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Friday, September 30, 2011

Abeiva também é contra pirataria, diz Gandini


O presidente da Abeiva – Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores, José Luiz Gandini, disse hoje à tarde que concorda com as afirmações da presidenta Dilma Rousseff , de que "o nosso mercado interno não seja objeto de pirataria de país nenhum", ao programa "Hoje em Dia", da TV Record.

Na avaliação de Gandini, “podemos nos posicionar dessa maneira em relação aos importadores independentes ou despachantes, que trazem carros do Exterior de maneira aleatória, até mesmo em nome de pessoas físicas sem o recolhimento dos impostos comerciais e sem serviços de pós-venda, garantia ou reposição de peças originais. Mas não é o nosso caso”.
A Abeiva é constituída por empresas brasileiras, com rede autorizada de 1.000 concessionárias, que geram 40 mil empregos diretos a brasileiros. “Este ano, apesar de termos participação de apenas 5,8% do mercado interno, vamos recolher aos cofres públicos R$ 5,6 bilhões em impostos”, argumenta.

Monday, September 19, 2011

ABEIVA - CARTA ABERTA À PRESIDENCIA DA REPÚBLICA


Fomos surpreendidos na tarde de quinta-feira 15 de setembro por uma mudança no regime automotivo que fere os interesses do consumidor, as normas básicas do comércio internacional e a Constituição Brasileira.
O aumento de 30 pontos percentuais na alíquota do IPI representa na verdade um acréscimo de 120% a 428% sobre as alíquotas ate então vigentes. Significa uma ação protecionista às montadoras locais (que são as maiores importadoras ) e ao mesmo tempo inviabiliza comercialmente o setor de importação de veículos automotores.
Os carros importados pelas 27 marcas que não possuem fabrica no Brasil representam apenas 5,8% do mercado brasileiro no acumulado de janeiro a agosto último. E se considerarmos somente os produtos de nossas associadas que concorrem diretamente com a indústria local, ou seja, até R$ 60 mil por carro , a participação dos importados da Abeiva cai para 3,3%. Logo, argumentar que estas medidas restritivas a veiculos importados proporcionam geração de empregos aos brasileiros é insustentável.
Os carros importados nesta faixa de preço estabelecem um parâmetro mais equilibrado de preços, proporcionando ao consumidor brasileiro acesso a novas tecnologias com condições de mercado mais competitivas.
Assim a Abeiva, confiando no bom senso do Governo brasileiro, solicita que o decreto 7567 seja revisto de acordo com a Constituição brasileira e observando as leis internacionais do livre comércio.

Wednesday, September 14, 2011

Carros importados significam apenas 5,79% do mercado interno

Os dados de emplacamentos das empresas filiadas à Abeiva – Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores, em agosto último, mostraram alta de 11,3% em relação ao desempenho de julho. Foram emplacadas, em agosto, 20.420 unidades contra 18.346 veículos de julho. Com esse resultado, a participação dos importados no mercado total passou ade 6,37%, em julho, para 6,64% em agosto. Ante o mês de agosto do ano passado, porém, houve aumento de 104,1%. São 20.420 unidades contra 10.007 veículos emplacados em igual período de 2010. 
No acumulado dos primeiros oito meses, com 129.281 automóveis emplacados, as empresas filiadas à Abeiva obtiveram alta de 112,4% sobre o total de 60.868 unidades em igual período de 2010. O total de 129.281 unidades significa 24,5% do total de veículos importados (528.082 unidades) no período e 5,79% do mercado interno, de janeiro a agosto, de 2.233.316 carros emplacados. 
“Depois de dois meses consecutivos de queda, conseguimos reagir um pouco em agosto. No último quadrimestre de 2011, porém, projetamos quedas mensais em nossas vendas, por conta da própria retração do mercado, falta de produtos e da variação cambial em alta”, analisa José Luiz Gandini, presidente da Abeiva. 
A estimativa de fechamento do ano, no entanto, de 185 mil veículos importados por associadas, está mantida. Esse montante significa recolhimento equivalente a R$ 5,6 bilhões em impostos. As 27 marcas filiadas à entidade – Koenigsegg, Pagani e Spyker pediram desfiliação da entidade - devem encerrar o ano com 1.092 concessionárias. Hoje, essas empresas respondem por cerca de 800 pontos de atendimento em todo o País,  que geram cerca de 27,5 mil empregos diretos. Até o final do ano, esse número pode chegar a 35 mil postos de trabalho. 
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