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Tuesday, July 26, 2011

Verdades sobre o Mitsubishi Eclipse

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Eclipse? Este é o Eagle Talon!


Quem viveu nos anos 1990 certamente se lembra da invasão de importados promovida após a abertura ao exterior permitida pelo então presidente Fernando Collor (é, parece que foi a única coisa interessante que ele fez pelo Braçil). Um dos carros que caiu nas graças dos ricos (principalmente jogadores de futebol) foi o Mitsubishi Eclipse.



Primeira Geração (1989-1994)
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Esta geração teve duas fases, posteriormente estes faróis escamoteáveis foram removidos, e os principais ficaram maiores e mais arredondados, mas todos possuiam o calombo no capô para acomodar o “caracol”, recurso copiado utilizado também pelo VW Gol GTI "bola". Este modelo pode ser encontrado no Brasil, especialmente nos ferros-velhos.



O Eclipse tinha dois irmãos frutos da então parceria da Mitsubishi com o Grupo Chrysler, o Plymouth Laser (que não vendeu porra nenhuma e saiu de linha ainda na primeira geração) e o Eagle Talon (que chegou à segunda, como você pode ver na foto de abertura). É pouco aproveitado pelos xuneiros por ser, talvez, o Eclipse menos conhecido.



Segunda Geração (1995-1999)
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Eclipse original? Só em foto de divulgação mesmo…


Muita gente desinformada acredita que esta é a única geração do Eclipse que existe. O modelo estava mais refinado e ganhou inclusive uma versão Spyder. Como de costume, somente os VIPs compravam e mantinham.



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Modelo Spyder: numa chuva, caía mais água dentro do carro do que fora 


Ainda bem que para o Brasil só vieram as versões mais equipadas, pois no exterior, a versão Base tinha rodas aro 14”, motor 2.0 de 140 cv e faltava até um simples conta-giros.



Terceira Geração (1999-2005)
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Que susto! O então novo Eclipse trazia design digno de carro coreano da época e não agradou, não repetindo o sucesso das duas gerações anteriores. Além do estilo esquisito, surgiam opções de esportivos mais interessantes, como o Audi TT por exemplo. Aqui sua importação foi encerrada em 2001.


Quarta Geração (2006-atualmente)

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Eis que o Eclipse chega em 2006 em uma nova geração, finalmente mais decente, embora seja inegável sua semelhança com o TT. Infelizmente ele também caiu na mão dos tuneiros, não no Brasil, onde é quase um desconhecido e já teve sua importação descontinuada, mas sim em eventos como o Sema Show.



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Para quem gosta do carro, má noticia. A produção se encerrará até 2013, como parte do plano de renovação de linha da Mitsubishi, que também dará fim ao mito Lancer Evolution.



"Velozes e Afuderosos"
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Grande inspirador dos xunners pelo mundo inteiro


Dizem que o pior mal da franquia The Fast And The Furious (Velozes e Furiosos) foi a popularização dos rachas, mas de fato foi a popularização do tal do "Tuning". Em 2001, fez todas as pessoas que assistiram saírem querendo um carro igual. Acompanhe a linha de raciocínio, de acordo com os carros utilizados no filme.



Mazda RX-7, Toyota Supra, Honda S2000, Dodge Charger 1970 e Chevrolet Chevelle SS jamais foram importados oficialmente para o Brasil, sendo raríssimos por aqui. O VW Jetta 1995 também nunca existiu aqui, o que mais se aproximava dele era o Bora, recém-lançado na época. Tinha ainda o Honda Civic, mas era difícil achar um cupê como o do filme. E aí? Que carro deixaria as pessoas se sentirem como no Velozes e Furiosos? Descontaram no coitado do Eclipse!!



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Nossa…


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Pela mãe do guarda...
Volta por baixo
Como se não bastasse a influência dos filmes “Velozes e Furiosos”, os games só ajudaram a agravar a situação do Eclipse. O Need For Speed Underground é o principal culpado, porém Juiced e Midnight Club também possuem suas parcelas de culpa.


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Sessão de estupramento virtual de Eclipses


Quando ficaram adultos, muitos destes boyzinhos (que jogavam em cópias pirateadas em lan-houses) acabaram por adquirir um Eclipse (muitas vezes em mau estado) e começaram as atrocidades.


Verdades sobre o Mitsubishi Eclipse



  • Apesar de 87% dos Eclipses estarem atualmente tunnnnados, é muito mais fácil achar um com motor fundido.

  • A Mitsubishi se inspirou num body-kit do Need For Speed para desenhar o Eclipse 2006. Só que era um body-kit do TT...

  • Não existe “Clube Eclipse do Brasil”, mas sim “Manolada do grupo Eclipse Tunning Braçil”.

  • Uma revista comparou sete esportivos, incluindo Nissan 300ZX e Honda NSX, e o Eclipse tomou o maior pau na prova de velocidade, ficando 50 km/h abaixo do primeiro colocado.

  • O Eclipse assassinou o jogador Dener – ironicamente, com o cinto de segurança. Foi uma forma de se vingar do dono ex-mulambento.

  • Depois de “Lula - O filho do Brasil”, “Tropa de Elite 2” e “Assalto ao Banco Central”, o próximo grande filme brasileiro estréia em setembro de 2012, “Individual Killer – A história de um dono de Porsche” (referente ao acidente entre o 911 e o Hyundai Tucson em São Paulo), com uma réplica de 911 com base de Eclipse...

Monday, July 25, 2011

Verdades sobre o Chevrolet Celta

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Chevrolet CéuTaPreto Sparrado Edition


“Pelo menos a minha carruagem tinha acabamento melhor.”

Cavaleiro celta sobre Celta



“Confira o novísximo Celta 2012 no Hallocar! Totalmente reestilizado!”

Elzio Luz sobre Celta



“Rapaz, acho que vou deixar de fazer academia, com o Celta mantenho meus músculos em dia”

Você, disfarçando que seu Celta LS não tem direção hidráulica nem vidros elétricos



“Alugamos Celta por um preço imbatível!”

Locadora sobre Celta



“Ele não é atraente. Quem notou a novidade, por sinal, não se entusiasmou muito.”

Quatro Rodas na época do lançamento (2000)



“Prisma é Prisma, porra!”

Alguém do Clube do Celta



“Eu nem quero outro carro. Pra que quero carro que não é mil? Eu tomo multa se correr um pouco mais. E gasto menos gasolina assim.”

Danilo Gentili, dono de Celta, que se esqueceu de comentar seu baixo salário no CQC



“Celta não dá manutenção nem satisfação!”

Toyota Supla, dono de um Land Rover, sobre citação acima




CELTA



O Chevrolet Celta nasceu com a pretensão de custar barato – “R$ 10.000 o modelo básico”, como se dizia às vésperas do lançamento, que se deu em 18 de setembro de 2000. O ex-Arara-Azul era um verdadeiro sofrimento, pois no início das vendas o ar-condicionado não era disponível, nem travas elétricas, direção hidráulica (que custava 15% do carro), conta-giros, temporizador do limpador de para-brisa ou rádio, e acabou por custar R$ 4.000 a mais que o previsto, a preços de época (culpa do “Cavalo-de-Troia” que invadiu as calculadoras de mesa da GM).


Os muquiranas da GM liberaram para o Celta apenas um item de, por assim dizer, comodidade: o hodômetro digital, tão confiável quanto uma cédula de três reais. De resto, tinha volante torto, pedais tortos, encosto de cabeça de pedra (fixo), acabamento de Lego (com painel de porta inteiramente de plástico), volante ridículo de dois raios sem buzina (que ficava na alavanquinha do lado esquerdo) e revestimento na cor Gay Grey Macaw.


Por fora, o Celta tinha um design bastante sem graça, ele parecia dizer “Quero ser o Vectra CD mas não consigo”, sendo que o único detalhe interessante era o recorte de porta do saudoso Opel Tigra. “O Celta parece um carro grande que foi encolhido para se adaptar ao mercado. A grade é barata e comum demais. A visibilidade não é proporcional à área envidraçada. Suas rodas e pneus também parecem pequenos para as aberturas da roda. No geral, o Celta parece ser (...) um tanto burocrático” (Fonte: Quatro Rodas, Fevereiro de 2004). Robert Cumberford, você falou tudo para mim.


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Celta Amarelo Skol


Em 2001 o Celtinha ganhou um pacote de acessórios digno de Transformer, com diversos opcionais, embora o motor fosse o mesmo 1.0 de míseros 60 pangarés da versão pelada. Em 2002, este mesmo kit foi denominado Super (em referência ao preço super elevado).


Ainda em 2002, o Celta ganhou mais duas portas para facilitar o entra-e-sai do seu público-alvo, os assaltantes. Mesmo assim, os bancos da frente continuavam com a alavanquinha do modelo duas-portas. Junto, veio a melhoria do motor, chamada VHC (Vai Haver Colisão) com mais 10 bezerros (poderia render mais um, mas ele se perdeu no caminho entre o sistema de admissão e o escape).



A principal novidade deste motor era a taxa de compressão altíssima (12,6:1), que deixava o nível de ruído digno de motor turbo desregulado, e que dava ao motorista a sensação de estar no comando de um motorzão, o que passou bem longe de ser verdade.


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Este se empolgou até demais com o motor de dentista VHC


O “motorzão” para o Celta chegou no final de 2003, na versão chamada Energy. Tratava-se de um 1.4 de 85 cavalos, e era praticamente um folgado, por ter a taxa de compressão bem menor. Alguns fãs do Celta (que nunca dirigiram outro carro) dizem que esta foi a melhor versão já produzida. Para os fãs das batidas corridas de Fórmula 1, tinha o Celta Piquet, mas este era 1.0.


Em 2005 o Celta já tinha aumentado quase R$ 10.000 ao preço original, com suas “melhorias”: um tecido novo no banco, um grafismo novo no quatro de instrumentos, uma pintura prateada na saída de ar... As versões eram Life is hardI lost my Spirit e Super cara.


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Lembra como essa frente era feia quando lançaram?


Para a linha 2006 ele mudou, ele dizia “Quero ser o Novo Vectra Elite, mas nunca dá, a GM conspira contra mim”. A Chevrolet conseguiu deixar o Celta mais horroroso, com faróis de abelha e a velha pegadinha da placa, que mudava de posição conforme a "geração", termo bastante utilizado pelas montadoras para designar uma leve maquiagem. De resto continuava o velho Celta.



No mesmo ano veio o Prisma 1.4, que herdou todos os defeitos, mas conquistou alguns consumidores que precisavam de mais espaço (só para bagagens, pois o entre-eixos permanecia o mesmo), além dos orfãos do Celta 1.4, que saiu de linha também em 2006, cujas pouquíssimas unidades reestilizadas se tornaram objeto de colecionador entre os fãs do carrinho.


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Novíssma linha 2012, completamente renovada


De lá para cá pouca coisa mudou. Só esse ano a Chevrolet fez uma mudança meia-boca, que envolveu só parachoque frontal, o volante e alguns botões herdados do Tragile. O Celta básico continua vindo pelado, mas agora custa R$ 26.350 na versão duas portas LS (Lasquei-me Sorrateiramente). Completo na versão LT (Lixo Total) chega a R$ 33.616 (sem contar os “acessórios tunnados” e as novas rodinhas de rolimã), valor absurdo para um carro que vem com volante torto, sem air-bags ou ABS e interior rebarbado.


Perfil dos donos
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Chevrolet Celta multiuso linha 2013
  • 247% estão arrependidos

  • 135% não acompanham as novidades do mundo automotivo

  • 97% mexeram no motor e na suspensão

  • 85% são recém-habilitados

  • 78% tiveram seus nomes incluídos no SPC e no Serasa

  • 60% deram um Monza a álcool de entrada (e colocaram as antigas rodas nos Celta)

  • 56% já se cortaram em alguma rebarba do Celta

  • 49% investiu no sistema de som, dos quais 48% gastaram mais do que no próprio carro

  • 12% já amputaram algum dedo com as rebarbas

Obs: a pesquisa exclui locadoras de veículos (80% das vendas).


Verdades
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Este é o único Celta que presta!
  • O Celta é tão pelado que a revista Playboy está requisitando à GM algumas unidades para contracenar com as estrelas da capa (resultaria assim num legítimo pôster de borracharia!).

  • Quando o tanque está na reserva, o Celta ainda indica ½ ou ¾ do tanque.

  • Passar a marcha no câmbio (duro) do Celta consome 650 kcal em 10 minutos. Girar a manivela para abaixar ou levantar os vidros ajuda a perder o mesmo número de calorias.

  • O porta-malas tem espaço declarado para 260 litros, suficiente para dez sacolas de supermercado (vazias).

  • O Celta tem dois esboços de porta-copos na parte interna da tampa do porta-luvas.

  • O Celta tem volante tão torto que é preciso girar 90° a direita para o carro andar reto.

  • O câmbio do Celta é tão curto que a 30 km/h já dá pra engatar a quinta marcha.

  • Na estrada a 120 km/h em quinta marcha, o conta-giros já indica mais de 5.000 rpm

  • Em sites de anúncios, os do Celta são divididos em grupos de versões: 1.0, 1.4 e "tunnados".

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O Celta é um dos modelos preferidos dos "Tunners" brasileiros
  • Comprar um Celta pode ser considerado investimento, pois os trouxas as pessoas pagam mais no seu usado do que quando você comprou 0km anos atrás.

  • Nem Ferrari, nem AP, nem moto esportiva, nem avião em decolagem, quem faz mais barulho é o Celta.

  • A Chevrolet oferecia ventilador de taxista como opcional quando ainda não tinha ar-condicionado.

  • O designer do Celta foi demitido e voltou a trabalhar na fábrica de patinetes.

  • O Celta fica rebaixado em 5 cm com o “acomodamento” de cinco pessoas.

  • Se o Celta tivesse airbag no volante, ele serviria apenas para impactos laterais, de tão torto que o volante é.

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Nem precisa dizer que este jogo de rodas e pneus vale bem mais que o Celtinha…

Friday, January 21, 2011

Treinando drift na cidade!

O que passa na cabeça de uma pessoa que possui um “Cheva” fuçado?? Se for um cara viciado em Drift e fã do Initial D, talvez dê nisso aqui:


 
Até que manda bem, mas o local não é nada apropriado.


Enviado por Pedro
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