Enfim, deixando as desculpas de lado, hoje queria descrever um pouco meus pensamentos a respeito da explosão de noticias sobre o astro Michael Jackson. Sei que todos devem estar cansados de tanto ouvir. Não lhes faltam noticias, mas não venho aqui por meio deste blog informa-lhes nada que está nos holofotes da mídia, apesar também ser mais um apêndice dela.
No entanto gostaria de relembrar histórias, resquícios da minha infância, e até fatos atuais que envolvem o ilustrado cantor nomeado como rei do pop.
Estava eu em Salvador essa semana na casa de minha prima, ela tão chocada quanto eu pela morte do Michael, a única diferença é que ela já escutava as músicas dele há muito tempo, e o meu interesse como de muitas pessoas veio após sua morte.
Muitospodem dizer, vai lá, influenciável, mas o que posso argumentar sobre isso tudo é que de fato ele era um poderoso artista. Uma diferença é você ouvir apenas as músicas mais conhecidas dele, outra coisa é você querer conhecer a sua produção a fundo, como tenho feito ao longo dos dias. Ouço cds, destaco principalmente em algumas músicas o riff do baixo bem trabalhado, e a presença de palco não só do próprio Michael, como também de todos que trabalhavam com ele. Mas um apelo especial para sua guitarrista, que toca muito. Queria uma guitarrista daquelas para minha banda...por favor, alguém me apresente.
Lembrando que Michael teve por muito tempo, guitarristas mulheres em sua banda, a Jennifer Batten foi a primeira,
tocava muito e depois saiu para ser integrante de uma outra banda, a que vocês viram no último ensaio dele foi a
Orianthi Panagaris, ela tem 24 anos, nasceu em Adelaide, na Austrália, e toca guitarra desde os 6. Para mim foi uma surpresa
ver uma guitarrista mulher numa banda de um rapaz tão famoso, afinal, o espaço para as instrumentistas no mercado machista é pequeno, ainda mais nas décadas passadas, quando o preconceito ainda se fazia maior.Por isso Michael ganha mais um ponto positivo comigo.
Mas eu acabei enrolando vocês e não contando sobre as minhas histórias....Vamos voltar ao assunto?
Então, tem um clipe do Michael, chamado “Remember the time” com o Eddie Murphy. Eu já tinha visto esse vídeo quando era pequena e minha ingenuidade estava a flor da pele. Digo isso porque há uma parte no clipe em que o Michael vira pó, e eu tendo visto isso acreditava que ele era a única pessoa que conseguia se transformar em tal coisa na vida real. Só que eu não lembrava, hoje, que era o
Michael que fazia isso, até porque eu nunca mais tinha visto esse clipe, e esse dia na casa de minha prima, onde conseguimos um DVD com clipes e shows do Michael Jackson relembramos um pouco de suas produções e eu fiquei surpresa ao rever um dos efeitos visuais que marcaram a minha infância.
Acho que todo mundo tem uma história sobre o Michael para contar, nem que seja falar que já tentou praticar o Moonwalker, que revendo, tenho a certeza de que ninguém conseguiria fazer co mtal precisão de movimentos
Michael era um grande artista porque conseguia fazer diferente, seja nos trejeitos, nas danças, no jeito de cantar. Algumas pessoas ficam surpresas ao ver a mídia, que tanto o criticou está fazendo agora essa busca pelo seu significado humano, já que o popstar era sempre alvo do palco de negatividade montado para um grande espetáculo na TV.
A resposta em minha opinião para tudo isso é a mesma, temos que prezar a moralidade. Vocês realmente acham que os meios de comunicação iriam falar mal do Michael Jackson ele estando morto? Não, quando morremos todos fazem questão de lembrar os bons momentos da pessoa e é com essa noção que a mídia acaba tendo a mesma atitude de perpetuar a moral que tanto nos limita e que tem por finalidade maior controle da ideologia do poder domintate.