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Tuesday, September 20, 2011
Sunday, September 18, 2011
Saturday, September 17, 2011
“Artistas” destruindo um Maverick
A arte é uma coisa relativa. Quando a fonte de inspiração se esgota e tudo o que o artista tem à sua frente é uma muralha vazia de idéias ou conteúdo, existe sempre uma forma apelativa de se causar impacto: chocar o público. Palavrões, sexo explícito, atos escatológicos, deitar pelado na rua, cenas de estupro, soco na cara, existem incontáveis formas.
Justificar a idiotice é simples. Basta usar metalinguagem: "é a arte pela arte". Quanto mais tortas as linhas, quanto mais difícil o canal de comunicação, melhor o disfarce para o artista vazio de conteúdo. Seja vazio naquele momento, seja vazio perpétuo. É mais fácil prender a atenção e causar sensações viscerais com violência explícita. Formas mais sutis ou complexas demandam talento, inspiração, refinamento.
Neste aspecto, este tipo de artista apelativo nada se difere de programas televisivos de baixo nível. Violência sem cortes, com justificativas diversas, mas somente um objetivo: aparecer, de preferência com a maior e mais chocante melancia possível pendurada no pescoço.
É exatamente isso o que os artistas plásticos da Chelpa Ferro fizeram com este Maverick 1974 das fotografias acima, em uma performance de destruição do automóvel ao vivo, ocorrida na 25ª Bienal de São Paulo (isto foi em 2002, vale lembrar que naquela época um Maverick não valia p*#&@ nenhuma, diferente de hoje que qualquer sucata é vendida por R$ 20 mil). "Autobang", este era o nome. Penduraram uma enorme melancia amarela no pescoço, e estouraram-a nas próprias testas.
As marteladas e cacetadas no Ford eram ritmadas, ou mais ou menos isso. Era uma tentativa de se realizar algo primata, tribal, visceral. Um Stomp paraguaio, utilizando um automóvel chamativo como suporte sonoro. Porque se uma geladeira ou uma churrasqueira estivesse no lugar do Maverick, o público não daria a mínima. Apelar a um ícone da indústria automobilística brasileira foi necessário, pois o conceito da performance era anêmico de nascença.
Alguns chamaram o trabalho de "improvisado", "irreverente". Meu veredito é: "embaraçosamente medíocre". Se chamar a atenção por si só, não importando por quais meios, é arte; então a Chelpa Ferro obteve sucesso na 25ª Bienal de São Paulo. Seja lá o que isso signifique.
Enviado por Lucas Cola – Fonte: Blog do Mulsanne
Friday, June 3, 2011
Mini’s Ladrilhados
Estes Mini Cooper foram ladrilhados pela empresa Bisazza em 2005 para uma feira de móveis em Nova York. O trabalho foi efetuado em dois modelos conversíveis, que receberam 31.700 ladrilhos cada, e em dois modelos fechados, cupê, que foram ladrilhados com pouco mais de 37.000 peças cada. Os temas usados foram: zebra, flores de verão, damas (quadriculado), e tartan. Ao contrário do Logus Tejolomóvel, o serviço ficou bem feito e interessante!
Enviado Ernandes Fernandes por Fonte: Autozine
Monday, April 4, 2011
Momento “WTF?!?”
Quem gosta de homem é viado… Mulher gosta mesmo é de dinheiro!
Carro-sorvete… Só falta fazerem o famoso carro “cor-de-gelo” daquela piadinha sem graça…
Um carro literalmente escroto!
Galaxie rabecão, até que ficou bonito!
Enviado por Matheus Marques
Thursday, January 13, 2011
Caldeirão do Xuning lança moda!
Uma exposição na China está exibindo um BMW Z4 em tamanho real feito de tejolo. O “carro” foi construído pelo artista Dai Geng, que demorou mais de um ano para terminar a obra. O modelo tejoleiro pesa 6,5 toneladas e, assim como as xunarias, está à venda por um alto valor: 70 mil euros.











