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Tuesday, October 18, 2011
NEW FIESTA CORRE NA ESPANHA PARA MANTER A LIDERNÇA
Saturday, October 15, 2011
ÁFRICA DO SUL EXIBE A NOVA FORD RANGER NO SALÃO DE JOHANNESBURG
Thursday, October 13, 2011
FORD UNE-SE A GRANDES FABRICANTES DE VEÍCULOS PARA CRIAR PADRÃO DE CARGA DE VEÍCULOS ELÉTRICOS
Wednesday, October 12, 2011
FORD LEVA A PESQUISA DA QUALIDADE AO NÍVEL NANO
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Uma esponja do fundo do mar ou um close-up de resíduo de óleo? Quem apostou neste último acertou, embora pareça muito diferente do líquido viscoso que você normalmente espera ver. |
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| Este parafuso de ouro ampliado tem a aparência de um coral. |
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| Uma gota de água sobre uma folha? Tente pensar 1.000 vezes menor para entender o tamanho diminuto dessa esfera de aço. |
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| Parece uma caverna queimada em um filme de ficção científica, mas essa imagem na verdade revela uma pequena cavidade numa peça fundida de alumínio |
Tuesday, October 11, 2011
Keko é homologada pela Ford e pela Mazda Austrália
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| Capota Marítima Mazda |
FORD COMEMORA 110 ANOS DA PRIMEIRA VITÓRIA EM CORRIDAS
Monday, October 10, 2011
DEBORAH SECCO E ANDERSON SILVA PROMOVEM FORD FIESTA ROCAM
LANÇAMENTO: FORD NEW FIESTA HATCH CHEGA ÀS LOJAS POR R$ 48.950
A Ford passa a atuar no segmento de compactos premium com a chegada do New Fiesta hatch. O modelo, que já està à venda nas concessionárias com valores entre R$ 48.950 e R$ 54.950, e garantia de três anos, está disponível em três versões de acabamento, todas equipadas com motor de 1,6 litro 16V bicombustível.
Importado do México, o lançamento passa a ser vendido pouco mais de um ano após a vinda da carroceria sedã. Também identificado pela linguagem Kinetic, o hatch se diferencia do sedã por incorporar um pouco mais de esportividade em suas linhas. Exemplos disso são a dianteira sem as barras cromadas e a traseira com spoiler. Na cabine, o acabamento segue a mesma receita do três-volumes: desenho futurista, botões bem localizados, mas com uso excessivo de plástico no painel e nas portas, mesmo na versão topo de linha.
Desde a configuração básica, o New Fiesta é equipado com ar-condicionado, direção elétrica, vidros, travas e espelhos elétricos, rodas de liga leve de 15 polegadas, CD-player/MP3, computador de bordo e alarme. A opção intermediária e topo de linha recebem, além de equipamentos de segurança (airbag e freios ABS com controle de estabilidade) e revestimento de couro, a tecnologia multimídia Sync da Microsoft, que possibilita interação entre motorista, celular e sistemas de áudio.
Feitos na fábrica da Ford em Taubaté (SP), o câmbio manual de cinco velocidades e o motor Sigma 1.6 16V de 110 cv (g) e 115 cv (a) mostraram intimidade durante o teste drive em trecho urbano e rodoviário. Com força máxima de 15,8 mkgf (g) e 16,2 mkgf (a) a 4.250 giros, o conjunto não demonstrou preguiça nas saídas nem nas retomadas de velocidade; a uma velocidade média de 100 km/h, o conta-giros estacionou nas 4.000 rotações, sem exigir muito esforço do motor. No trânsito, o engate preciso do câmbio facilita as reduções de velocidade.
De acordo com dados fornecidos pela Ford, o consumo misto (cidade/estrada) do modelo chega a 12,1 Km/l (g) e 8,2 Km/l (a). O reservatório de combustível carrega, no entanto, apenas 47 litros. A velocidade máxima, com os dois combustíveis é de 190 km/h; a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 12,1 s (g) e 11,7 s (a).
Interior segue mesmo padrão do sedãAtraente por fora, mas simples por dentro. O New Fiesta hatch acompanha o padrão da carroceria sedã: existe harmonia entre dianteira, lateral e traseira na parte de fora, mas o uso excessivo de plástico e o contraste entre modernidade e simplicidade no painel decepcionam.

O hatch leva quatro passageiros. Na parte de trâs, quem tem até 1,65 m de altura consegue acomodar as pernas com conforto, mesmo com o banco do motorista ou passageiro todo para trás. No porta-malas, vão 290 litros de bagagem.
Versão intermediária e top vêm com SyncO sistema multimídia disponível no Fusion e no Edge ganharam versão em português no Fiesta. Desenvolvido pela Microsoft, o Sync permite falar e mandar mensagens pelo celular por meio de comandos de voz. Da mesma forma, o passageiro pode procurar ou selecionar músicas.
Posicionamento no mercado - a Ford espera vender entre 2.000 e 2.500 unidades por mês do modelo, que chega para concorrer diretamente com Fiat Punto e Volkswagen Polo. O líder neste segmento no entanto, é o Citroën C3, com uma média de 3.700 unidades vendidas no acumulado deste ano.Sunday, October 9, 2011
NEW FIESTA HATCH: MULTIMÍDIA SYNC MICROSOFT FACILITA A VIDA A BORDO NA COMUNICAÇÃO E NO ENTRETENIMENTO
Friday, October 7, 2011
Ford Brasil: totalmente global até 2015
De Punta Del Este, Uruguai
“De 2012 a 2015 todo o nosso portfólio será de produtos globais. Por isso preparem-se para encontrar bastante conosco nos próximos anos, pois teremos muitas novidades a apresentar.” Assim, sem muito alarde, Marcos de Oliveira (foto), presidente da Ford Brasil e Mercosul, revelou parte até então camuflada da estratégia da fabricante para o futuro próximo no mercado brasileiro, pouco antes de jantar com jornalistas na quarta-feira, 5, como parte da programação de apresentação do recém-chegado New Fiesta Hatch, em Punta del Este, Uruguai.
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| Marcos Oliveira Presidente FORD/BRASIL |
“Vamos passar a incorporar tecnologias globais aos carros feitos no Brasil a partir do novo EcoSport, será a tendência natural de evolução de nossos produtos”, disse ele a Automotive Business ao responder à questão se um dia a Ford produziria em fábricas brasileiras veículos com o mesmo nível de inclusão tecnológica do New Fiesta apresentado no Uruguai. Essa troca de estratégia começa a aparecer ainda no início de 2012, com a apresentação do novo EcoSport, que vem sendo já há dois anos desenvolvido no centro de engenharia brasileiro da Ford, em Camaçari (BA), para ser fabricado em diversos outras plantas da Ford no mundo. Oliveira não revela a data exata da chegada do modelo, mas confirma que ele é o divisor de águas da operação no Brasil.
Também sem confirmar a sequência dos projetos, o presidente da Ford disse que todo o portfólio será renovado com projetos globais tocados tanto aqui como por qualquer um dos cinco centros de desenvolvimento do grupo. Pode-se esperar, portanto (conclusão nossa), que a nova picape Ranger, desta vez um modelo global, deve chegar também no ano que vem, para ser produzida na Argentina, assim como lá também deverá desembarcar a nova geração do Focus. Depois disso, mais para o fim do ciclo de renovação, será a vez dos compactos, com grande possibilidade de se fabricar no Brasil a nova linha Fiesta que hoje chega importada do México (mais uma conclusão nossa sempre respondida por representantes da Ford com a frase “isso eu não posso falar”). Mas isso, claro, Oliveira deixa para confirmar nos próximos encontros que, como ele mesmo avisou, serão muitos.
FORD NEW FIESTA TEM RECURSOS INTELIGENTES QUE AJUDAM O MOTORISTA
Wednesday, October 5, 2011
Ford coloca no mercado o New Fiesta Hatch 2012
EQUIPE FORD COM NEW FIESTA NA LIDERANÇA DO CAMPEONATO MUNDIAL DE RALI
Saturday, October 1, 2011
AVALIAÇÃO: NEW FIESTA HATCH
A Ford não tem pressa. Nos últimos anos, cada passo da montadora tem sido bem pensado e pesado. Foi esta postura cautelosa, exatamente, que permitiu que passasse pela crise financeira de 2008 sem sequelas – era a única entre as americanas com dinheiro em caixa. E esse lógica é também aplicada ao mercado brasileiro. Como na decisão de só passar a trazer o New Fiesta hatch do México neste último trimestre de 2011 – mais de um ano depois do lançamento da versão sedã. Para que a chegada do carro tivesse maior impacto, a Ford esperou até que o carro recebesse os "incrementos" do modelo 2012 – que também valem para o sedã. E essas mudanças foram muito mais voltadas ao conteúdo tecnológico que à estética.Visualmente, além da alterações inerentes à configuração de carroceria, a diferença entre hatch e sedã se restringe à grade frontal. Na nova versão, ela tem a moldura bem grossa e vem na cor da carroceria, enquanto no sedã tem três filetes e é cromada. Outros dois detalhes modificados valem também para o sedã, na versão top: um revestimento cromado com uma linha de leds nas reentrâncias laterais do parachoque e retrovisores externos maiores, com repetidores. Já na parte traseira, a opção da Ford foi por ampliar o aspecto esportivo do hatch. Sobre o pequeno vidro traseiro há um spoiler e a tampa tem desenho bem truncado. O para-choque alto dá um ar robusto ao carro e as lanternas são altas e grandes. O conjunto valoriza bem a linha de cintura em cunha acentuada e as linhas seguem o mais puro estilo Kinetic.
As melhores novidades do novo Fiesta são tecnológicas. Nada que diga respeito ao motor. Ele é o mesmo o trem de força do sedã – motor Sigma de 110/115 cv com gasolina/etanol e câmbio mecânico de 5 marchas produzidos em Taubaté e enviados para o México. Mas muitos recursos que o novo Fiesta traz até agora só eram oferecidos em carros do segmento superiores. Caso do sistema Sync – em português brasileiro –, que a Ford desenvolveu com a Microsoft. Ele aceita ordem vocais e oferece conectividade via USB e Bluetooth para celulares. Muitos recursos são relacionadas à segurança – afinal, porque este mesmo modelo é vendido nos Estados Unidos, que tem uma legislação bem severa nesse sentido. Caso do sistema ABS com controle eletrônico de estabilidade e assistência de partida em rampa, que segura o carro por 3 segundos quando se libera o freio em um aclive com a marcha engatada. Tem ainda espelhos externos em duas peças – para eliminar pontos cegos – e com aquecimento.
A estes novos recursos, somam-se os que já eram disponíveis no sedã, como a possibilidade de receber de sete airbags – frontais, laterais, de janela e para o joelho do motorista – que classificam o ocupante pelo peso e dimensiona a potência de acionamento dos airbags, direção elétrica progressiva com sistema de eliminação de vibração e de compensação de desalinhamento, seja da pista, seja das rodas. Este sistema, porém, funciona apenas para pequenas correções, para não mascarar problemas mais graves – como pneu furados ou um problema na caixa de direção.
Todos os Fiesta que vêm para o Brasil são da versão SE. O que muda é o conteúdo. São três "pacotes" de equipamentos e boa parte desses recursos já estão disponíveis na configuração intermediária, que custa R$ 51.950. A mais cara, de R$ 54.950, recebe a mais airbags laterais, de cortina e de joelho, bancos em couro, descansa-braço central, rodas aro 16, espelhos retrovisor aquecido e com repetidores e luzes de led no para-choque. Seguindo a lógica do que acontece com o sedã, o Fiesta mais completo deve responder por 50% das vendas enquanto o intermediário ficaria com 40%.
A versão mais barata, que sai a R$ 48.950, no entanto, já teria condições de enfrentar os dois rivais que a Ford vislumbra para seu modelo, Fiat Punto e Volkswagen Polo. Ele vem com trio e direção elétrica, ar-condicionado, CD player, computador de bordo e alarme. Conteúdo bem parecido com o dos concorrentes com preço semelhante. Talvez venha daí o otimismo da Ford, que acha que o hatch pode vender por volta de 2.500 unidades mensais – menos que o Punto e bem mais que o Polo. De uma forma ou de outro, o novo Fiesta chega para dar uma boa sacudida no segmento de compactos hatch premium.
Ficha técnica
Ford New Fiesta hatch SE 1.6 16V
Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.596 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando simples no cabeçote. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio manual de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle de tração.
Potência máxima: 110 cv a com gasolina a 6.250 rpm e 115 cv com etanol a 5.500 rpm.
Torque máximo: 15,8/16,2 kgfm com gasolina/etanol a 4.250 rpm.
Diâmetro e curso: 79,0 mm X 81,4 mm. Taxa de compressão: 11,0:1.
Aceleração 0–100 km/h: 12,1/11,7 segundos (gasolina/etanol).
Velocidade máxima: 190 km/h (gasolina/etanol).
Consumo: urbano 11,0/7,5 km/l, rodoviário 13,9/9,3 km/l e médio 12,1/8,2 km/l (gasolina/etanol).
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira semi-independente por eixo de torção, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos. Oferece controle de estabilidade como opcional.
Pneus: 185/60 R15 (195/50 R16 opcional)
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. Oferece ABS com EBD como opcional.
Carroceria: Hatch em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,06 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,45 m de altura e 2,49 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais dianteiros, do tipo cortina e para joelho do motorista como opcional.
Peso: 1.145 kg com 375 kg de carga útil.
Capacidade do porta-malas: 290 litros.
Tanque de combustível: 47 litros.
Produção: Cuautitlán, no México.
Lançamento mundial: 2008. Lançamento no Brasil: 2011.
Itens de série: Ar-condicionado, direção elétrica, espelhos, travas e vidros elétricos, CD player com MP3, rodas de liga leve aro 15, computador de bordo e alarme por R$ 48.950. Catálogo 1 de opcionais adiciona freios com ABS com assistência em rampas e controle eletrônico de estabilidade, airbag duplo e sistema Sync em português por R$ 51.950. Catálogo 2 adiciona airbags laterais, de cortina e de joelho, acabamento em couro, roda de liga leve aro 16, retrovisores externos com luzes indicadores, aquecedor e eliminador de ponto cego, lanternas em led em molduras cromadas no para-choque por R$ 54.950.
Prós:
# Sistemas de segurança.
# Acabamento.
# Dirigibilidade.
Contras:
# Visibilidade traseira
# Preço.
Ponto a ponto
Desempenho – A versão hatch alivia o Fiesta em apenas 17 kg e não mostra ganho de desempenho significativo em relação ao sedã. Com uma relação peso/potência em torno de 10 kg/cv, sem passageiros, o comportamento do carro fica dentro do esperado. Arranca com vigor e acelera decentemente, mas nada que se traduza em um comportamento muito esportivo. O motor Sigma, de 110/115 cv e 15,8/16,2 kgfm, tem uma curva de funcionamento bem equilibrada, que não deixa buracos em baixas ou médias rotações. Nota 7.
Estabilidade – A redução de 35 cm no comprimento e a maior centralização do peso torna o hatch, naturalmente, um pouco mais estável que o sedã. A suspensão tem um acerto mais firme e o modelo se mostrou bem neutro: não mergulha nas freadas, não empina nas arrancadas e quase não apresenta rolagem lateral. Nota 7.
Interatividade – Os comandos estão nos lugares previsíveis e os instrumentos têm fácil leitura. Mas o computador de bordo é meio acanhado e o sistema de regulagem por alavanca para os bancos, um tanto tosco. Por outro lado, o volante tem uma regulagem de boa amplitude. A visibilidade traseira é bem comprometida pelo diminuto tamanho das janelas. Os comandos do sistema de mídia, no console central, são prolixos e confusos. Salva-se, porém, o sistema Sync em português, que aceita ordens vocais. Nota 8.
Consumo – Segundo a Ford, o novo Fiesta hatch faz 12,1 km/l com gasolina e 8,2 km/l com etanol, em ciclo misto. Um número razoável para um hatch compacto. Nota 7.
Conforto – Os bancos dianteiros são bem confortáveis, sem serem excessivamente moles. Já a suspensão tem boa rigidez, sem ser muito dura – filtra bem as irregularidades, assim como o isolamento acústico filtra bem os sons externos. Atrás, pessoas muito altas vão ficar espremidas tanto pelo teto baixo. Ali, apenas dois adultos e uma criança conseguem se acomodar para um viagem não muito longa, mas o espaço geral é bom para um compacto. Nota 8.
Tecnologia – A eletrônica embarcada é o principal atrativo do novo Fiesta. Principalmente no que diz respeito à segurança. O modelo completo conta com sete airbags, ABS com hill holder e controle de estabilidade, direção elétrica progressiva, que anula vibrações e desníveis – o que reduz o cansaço de quem dirige – e retrovisor externo com aquecimento. A plataforma do Fiesta, lançado em 2008, é moderna e tem ótimos níveis de rigidez torcional. Além de tudo, ainda tem o sistema Sync, que tem boa capacidade conectiva e aceita comandos vocais. Nota 9.
Habitabilidade – O interior do hatch tem porta-copos e porta-trecos no console, no apoio de braços e no painel das portas. O acesso ao interior é bom para quem vai na frente, mas exige um pequeno contorcionismo de quem vai atrás, para desviar do forte decaimento do teto. O porta-malas, de 290 litros, é bem razoável para o segmento. Nota 7.
Acabamento – A Ford buscou desenhar um interior bem "tecnológico" para o Fiesta. Por isso, há uma profusão de detalhes prateados, variedade de texturas e volumes. A parte superior do console frontal é em superfície emborrachada, mas há também plásticos rígidos lisos e texturizados, além do revestimento predominante – couro ou tecido – em pequenos painéis nas portas. Tudo com peças bem acabadas e encaixadas. Além disso, há detalhes simpáticos, como luzes de leitura individual para os passageiros do banco de trás. Nota 8.
Design – É o ponto mais forte do Fiesta hatch e, provavelmente, será seu maior "argumento" de vendas. Tem linhas modernas, com muitas reentrâncias e desníveis , que criam um movimento de luz muito interessante. O perfil, meio "pulgão", é simpático, ousado e passa a sensação de robustez. Nota 9.
Custo/Benefício – O preço do Fiesta hatch já o coloca em confronto com modelos de categoria superior, com melhor acabamento, mais espaço e mais motor. A Ford se apóia na profusão de itens tecnológicos, mas ainda assim, o Fiesta continua sendo um compacto. Nota 6.
Total – O novo Fiesta hatch somou 76 em 100 pontos possíveis.
Primeiras impressões
Companheiro de viagem
Aldeia da Serra/São Paulo – As linhas ousadas e enfezadas do New Fiesta podem até insinuar que, posto em movimento, trata-se um carro arrisco. Não é bem isso. Mas também não o outro. Ou seja, não é um compacto pouco suscetível às pressões no acelerador. O desenho que a Ford fez para a versão brasileira do seu compacto mundial é bem equilibrado. Tem vigor, mas não é nervoso. Desde os 2 mil giros, o carrinho já mostra boa disposição. O giro sobe devagar, mas de forma harmônica, sem falhas ou buracos. Quando confrontado com uma condução mais esportiva, o controle eletrônico de estabilidade logo trata de marcar presença. Primeiro, pisca a tradicional luz-espia com o desenho de um carro desgovernado. Depois, em caso de insistência, ataca diretamente no motor, para cortar potência.
Por outro lado, o acerto de suspensão não privilegia o conforto como seria de se esperar em um carro mais comportado. Ela até filtra pequenas irregularidades da pista, mas, de maneira geral, é rígida. O lado bom é que evita o rolling, mesmo em curvas mais fechadas. Talvez para compensar este jeitão europeu, principalmente para o consumidor americano, os bancos dianteiros são amplos e macios. Todo o interior, apesar de pequeno, segue a lógica: há porta-copos e porta-objetos em cada oportunidade. Até o sistema Sync endossa essa filosofia, que torna o carro uma extensão da própria casa. Pelo comandos vocais e conectividade, a ideia é otimizar o tempo de quem perde horas no trânsito. Ele é capaz de escrever uma mensagem ditada, ler e-mails recebido em voz alta ou atender a uma ordem de telefonar para determinada pessoa.
Já o acabamento do novo Fiesta chama a atenção por uma certa ambivalência: é bom para um compacto, mas não para um carro que custa mais de R$ 50 mil. Os materiais não impressionam, mas os encaixes são bons. No caso do modelo com acabamento em couro, o revestimento dos bancos é de muito bom gosto, com frisos brancos nas costuras. Mas pouco tem a ver com o aspecto futurista dos demais detalhes internos, com muitas peças pintadas de prata.
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