Veja porque não se deve dirgir depois de encher o c* de vodka! Dorgolovitch + incapacidade natural de dirigir = merda!
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Tuesday, September 27, 2011
Monday, September 26, 2011
Sunday, September 25, 2011
Curtindo A Vida Adoidado Em Bagdá
Primos iraquianos do Ken Block apavorando, os caras são tão fodas que fazem drift mesmo com carro de tração dianteira!
Enviado por Lacerda Netto
Friday, September 23, 2011
Como pronunciar os nomes dos carros
Confira se você está passando vergonha ao pronunciar certos nomes de marcas e modelos…
Enviado por Rafael GBR – Fonte: Auto Esporte
Wednesday, September 21, 2011
Tuesday, September 20, 2011
Camaro abandonado em porto: dono não pode pagar novo IPI
Fonte: Folha
Monday, September 19, 2011
Sunday, September 18, 2011
Colação di mãe nê!
Uma van para 8 passageiros foi descoberta transportando 64 chininhas. A polícia na província de Hebei, na China, ficou chocada após encontrar dezenas de crianças atochadas dentro de uma van escolar licenciada para carregar apenas 8 estudantes. A van havia sido modificada para caber o máximo de crianças possíveis, com 4 bancos de madeira no lugar dos assentos originais. As crianças tiveram que abandonar o transporte depois que a polícia descobriu e tiveram que usar outras 12 vans da polícia para transportar as crianças para casa em segurança.
Enviado por André Luiz - Fonte: Chongas
Saturday, September 17, 2011
“Chineses copiadores” atacando em Frankfurt
Que os chineses copiam/falsificam de tudo, ou quase tudo, isso a gente já sabe. Mas ver alguns chineses copiando na cara de pau em um salão de automóveis é algo que não iriamos ver, até agora! veja abaixo:
O flagrante foi feito por um enviado da revista automotiva Automovil Panamericano, do México. Fica claro que os chineses que aparecem nas imagens não são apenas curiosos ou fans da marca, mas sim prováveis “copiadores” fotografando e anotando cada dado do carro para, provavelmente, criarem uma cópia do Ford Kuga na China. Isso é que é ser cara de pau!
Vídeo feito por AutomovilTV
“Artistas” destruindo um Maverick
A arte é uma coisa relativa. Quando a fonte de inspiração se esgota e tudo o que o artista tem à sua frente é uma muralha vazia de idéias ou conteúdo, existe sempre uma forma apelativa de se causar impacto: chocar o público. Palavrões, sexo explícito, atos escatológicos, deitar pelado na rua, cenas de estupro, soco na cara, existem incontáveis formas.
Justificar a idiotice é simples. Basta usar metalinguagem: "é a arte pela arte". Quanto mais tortas as linhas, quanto mais difícil o canal de comunicação, melhor o disfarce para o artista vazio de conteúdo. Seja vazio naquele momento, seja vazio perpétuo. É mais fácil prender a atenção e causar sensações viscerais com violência explícita. Formas mais sutis ou complexas demandam talento, inspiração, refinamento.
Neste aspecto, este tipo de artista apelativo nada se difere de programas televisivos de baixo nível. Violência sem cortes, com justificativas diversas, mas somente um objetivo: aparecer, de preferência com a maior e mais chocante melancia possível pendurada no pescoço.
É exatamente isso o que os artistas plásticos da Chelpa Ferro fizeram com este Maverick 1974 das fotografias acima, em uma performance de destruição do automóvel ao vivo, ocorrida na 25ª Bienal de São Paulo (isto foi em 2002, vale lembrar que naquela época um Maverick não valia p*#&@ nenhuma, diferente de hoje que qualquer sucata é vendida por R$ 20 mil). "Autobang", este era o nome. Penduraram uma enorme melancia amarela no pescoço, e estouraram-a nas próprias testas.
As marteladas e cacetadas no Ford eram ritmadas, ou mais ou menos isso. Era uma tentativa de se realizar algo primata, tribal, visceral. Um Stomp paraguaio, utilizando um automóvel chamativo como suporte sonoro. Porque se uma geladeira ou uma churrasqueira estivesse no lugar do Maverick, o público não daria a mínima. Apelar a um ícone da indústria automobilística brasileira foi necessário, pois o conceito da performance era anêmico de nascença.
Alguns chamaram o trabalho de "improvisado", "irreverente". Meu veredito é: "embaraçosamente medíocre". Se chamar a atenção por si só, não importando por quais meios, é arte; então a Chelpa Ferro obteve sucesso na 25ª Bienal de São Paulo. Seja lá o que isso signifique.