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Tuesday, September 27, 2011

NEW FIESTA VAI AO RALI DA FRANÇA COM VISUAL CRIADO PELOS FÃS NO FACEBOOK

O New Fiesta , carro oficial da Ford no Campeonato Mundial de Rali, estreia um novo visual na próxima etapa, o Rali da França, de 29 de setembro a 2 de outubro. Os três carros da equipe serão vistos pela primeira vez com a pintura preta escolhida pelos fãs em uma campanha no Facebook.
A nova cor recebeu grande aprovação ao ser apresentada para os internautas. O resultado final é que essa cor, junto com a suspensão rebaixada para a pista de asfalto, deu ao New Fiesta um ar sexy e bravo.A competição deste final de semana será na região da Alsácia, no nordeste  da França. Depois de vencer com dobradinha na Austrália, o time aumentou as chances de brigar pelo título no campeonato de pilotos. Esta será a segunda corrida em asfalto da temporada, onde os carros estão bem adaptados.


Com um roteiro de 1.290 km, o rali sairá de Strasbourg, sede do Parlamento Europeu. A cidade está localizada na fronteira com a Alemanha e fica entre as montanhas Vosges e a Floresta Negra.As duas etapas de abertura incluem especiais na região da montanha. Estas pistas variam consideravelmente, misturando seções estreitas e acidentadas através de florestas com outras largas e rápidas, onde a velocidade beira os 200 km/h. Já as estradas que cortam os vinhedos, com terrenos planos e abertos, e os trechos de rua oferecem um desafio completamente diferente.As estradas acidentadas e ásperas são um desafio a parte. A corrida prevê curvas acentuadas e degraus na pista, que podem provocar furos ou cortes nos pneus. A vitória na Austrália manteve a esperança e, ao mesmo tempo, aumentou a pressão por um bom resultado.

Monday, August 29, 2011

Tentativa de análise da crítica



O ato de criticar não é tão simples quanto parece. Da nossa fala podem sair inúmeras palavras, muitas delas constrangedoras, mas acredito que deva existir conhecimento diante da análise. Se não tenho olhar amplo sobre determinado assunto melhor buscá-lo e comentá-lo posteriormente do que explicar no momento a certeza de algo que não se tem.

Esse post surge como um desabafo na verdade. Estava assistindo uma aula e eis que um professor propaga determinada opinião sobre aquilo que perceptivelmente dava pra notar que não sabia nada do assunto.

Acusar alguém de terrorismo é algo grave. Depois de tudo que aconteceu no dia 11 de setembro nos Estados Unidos o controle sobre as pessoas e a vigilância aumentaram consideravelmente, e o preconceito então contra religião mulçumana nem se fala.

Durante as últimas eleições presidenciais de nosso país, Dilma Roussef foi qualificada como terrorista por alguns meios e propagandas políticas. Sem contexto, parece que as pessoas que se defenderam na época da ditadura militar ou lutaram por outro modo de governo foram acusadas de morte por simples diversão.

Levando a análise da crítica para outros meios, como Facebook, por exemplo, percebo como os internautas propagam opiniões e não refletem sobre o fim de determinada frase. No último domingo, houve a Parada Gay em Feira de Santana e um colega disse que era um nojo o que estava acontecendo por meios das redes sociais. Em poucos minutos, varias pessoas questionaram a frase e ele respondeu “o Facebook foi feito para postar pensamentos e esse é o meu, tenho direito”.

Claro que tudo vai cair no ponto do politicamente correto. Se você não gosta de gays vai querer expressar isso, mas esse direito acaba atingindo o direito do outro de ser livre e ter a opção sexual que deseja. Então até que ponto podemos opinar na internet?

Também vejo o lado positivo dos questionamentos. Afinal, quando este garoto, por exemplo, expõem uma frase preconceituosa acaba causando uma discussão onde pessoas de diferentes culturas e ponto de vistas sociais se cruzam e muitas vezes, produzem algo benéfico, claro quando não vira briga.  Geralmente é mais difícil ter desentendimentos no Facebook porque você está lidando com “amigos”, diferente do Twitter onde qualquer um pode visualizar seu comentário e proporcionar discussões maiores, que às vezes chegam até a nível nacional.

E você já aconteceu de falar algo e depois surgirem vários comentários por causa de uma frase no lugar errado? Relate para nós! Vamos promover a discussão do bem.

Thursday, August 4, 2011

A arte de amar nos tempos das redes sociais


Após achar que tinha encontrado o amor de sua vida, Marcela correu para o computador em busca do perfil no Orkut do tão sonhado amado.

Vasculhou todas as comunidades e decifrou do gosto musical aos filmes prediletos do rapaz, frases que marcaram sua trajetória e até mesmo aspectos de religião.

É verdade que tinham conversado pouco no primeiro encontro, timidez e falta de tempo eram palavras que poderiam justificar o problema, mas a situação era diferente, eles não sabiam dar continuidade a um diálogo, por isso foram para casa mais cedo do que o previsto.

Trocaram MSN e só. Curiosa, Marcela foi além, quero dizer, para o Orkut e “conheceu” Pablício.
Segundo encontro. O tema era música, ela mostrou certo conhecimento no estilo predileto do rapaz após pesquisa rápida na Wikipédia. Até visualizou uns vídeos no Youtube, mas nada que lhe agradasse de fato.


Ele fez uns comentários bobos e mudou de assunto, optou por novela. Marcela não tinha visto nada em seu Orkut sobre novela e para dizer a verdade, não era parte da audiência desses veículos. Ficou transtornada, não sabia falar sobre o romance de Norma e Léo, nem sobre o tal Cordel Encantado.

Decepcionada, fingiu passar mal e foi para casa. Novamente, o encontro durou pouco e percebeu que de fato não conhecia Pablício. Isso deixava a garota angustiada porque gostaria de saber tudo sobre o rapaz e, no entanto, o perfil na internet não mostrava tudo.

Diferente dos romances antigos, em que decifrar pouco a pouco a personalidade de cada um fazia do namoro algo incrível, a trajetória de Marcela e Pablício exemplifica alguns dos relacionamentos atuais em que pouco se fala e tudo provém das redes sociais.

Cada um tem um Google de si, seja em blogs, Facebook, Orkut, Twitter e o que mais vier. Se isso é bom, talvez...quem sabe impeça de cometer mancadas absurdas como falar do Timão para alguém que é torcedor fanático do Palmeiras.

Por outro lado, não é tão ruim errar, argumentar gostos, ter conversas sem prévios conhecimentos que podem ser até falsos, como personagens que a gente mesmo cria no Orkut e tal.  

Marcela decidiu não mais encontrar Pablício. Descobriu que ele não fazia o seu tipo por causa do tema novela. E Pablício acostumado a paquerar um número generoso de meninas por semana, nem ligou para o sumiço de Marcela.
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